Havia uma corroa,mas eu não vi um castelo;
Havia um gramado verde,mas eu não vi crianças brincando;
Haviam muitas flores,mas não era um jardim;
Havia o sol,mas ao refletir cegava os olhos marejados;
Haviam pessoas,mas não estavam festejando;
Haviam palavras gentis,mas ela preferia não te-las que ouvir;
Havia um coração pulsando forte,mas não havia alegria nele;
Havia um grande amor,que jamais voltaria...
Este não é um blog literário,tão pouco um diário eletrônico,tão somente é um lugar de palavras soltas ao vento,aquelas que vem sem avisos na mente,e você sente vontade de solta-las,espero que gostem,pois tudo que irão encontrar aqui são a minha forma de REDENÇÃO ;) com carinho Pony
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
A Janela
Onde está? Não a posso enchergar. Porque a tiraram?como pode? Ainda ontem estava lá.
Tirem as pedras do caminho das aves que chegam ao final da tarde e essas fibras,não permitem que eu contemple o por-do-sol.
Não é prudente tira-lo,eles dizem,pois já não mais é seguro sonhar,como antes.Mas e o sentimento? Dilacerado será?
Mas o que importa agora sonhar,deixe os sonhos no passado,com a criança que ainda está debruçada na janela ao final de cada tarde.
Esqueça,não há mais tempo para os sonhos,talvez em algum lugar o passado se repita, com outro pequenino...
Tirem as pedras do caminho das aves que chegam ao final da tarde e essas fibras,não permitem que eu contemple o por-do-sol.
Não é prudente tira-lo,eles dizem,pois já não mais é seguro sonhar,como antes.Mas e o sentimento? Dilacerado será?
Mas o que importa agora sonhar,deixe os sonhos no passado,com a criança que ainda está debruçada na janela ao final de cada tarde.
Esqueça,não há mais tempo para os sonhos,talvez em algum lugar o passado se repita, com outro pequenino...
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